Todo cidadão interessado em conhecer os fundamentos básicos e a atual conjuntura Nacional e que deseje de alguma forma contribuir para melhor o bem comum e consequentemente um país melhor.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Por que se tornar um Adesguiano ?
Todo cidadão interessado em conhecer os fundamentos básicos e a atual conjuntura Nacional e que deseje de alguma forma contribuir para melhor o bem comum e consequentemente um país melhor.
Voto do Ministro Direito sobre Demarcação Indígena
O ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira pela manutenção da demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, mas impôs 18 restrições
"É vedada em terra indígena qualquer pessoa estranha às comunidades indígenas, a prática da caça, pesca ou coleta de fruto e agropecuária extensiva", disse Menezes Direito na 15ª restrição sugerida.
O Supremo retomou nesta manhã o julgamento de uma ação proposta pelos senadores Augusto Botelho e Mozarildo Cavalcanti, ambos de Roraima, que contesta a homologação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como região contínua com extensão de 1,74 milhão de hectares, independentemente da presença de agricultores. Na ação, os parlamentares pedem que sejam excluídas da reserva as cidades de Normandia, Uiramutã e Pacaraima, as vilas Surumu, Mutum, Socó e Água Fria, as rodovias, as linhas de transmissão de energia e fazendas antigas com títulos definitivos de propriedade.
Em agosto, o relator do caso, ministro Carlos Ayres Britto, já havia defendido a legalidade da demarcação da reserva como propriedade contínua e observou que a Constituição prevê aos índios "direitos originários" às terras.
"Não há índio sem terra. A relação com o solo é a marca da essência indígena. O índio é, assim, um ser de sua terra. De nada adianta reconhecer os diretos dos indígenas sem assegurar-lhes as terras, identificando-as e demarcando-as. Terras indígenas são terras já ocupadas há algum tempo pelos índios no momento da promulgação da Constituição Federal. Cuida-se de uma presença constante", declarou Menezes Direito em seu voto.
Na avaliação do magistrado, no entanto, algumas restrições devem ser impostas ao trânsito de pessoas na reserva indígena, e as Forças Armadas e a Polícia Federal, por exemplo, devem ter livre poder de atuação na área. Entre as demais ressalvas sugeridas pelo ministro está o dever de o instituto Chico Mendes atuar nas áreas de conservação ambiental, a proibição de se ampliar a reserva já demarcada, a vedação dos índios de cobrar qualquer taxa para a entrada na região e a possibilidade de a União, atendendo a interesses nacionais, poder instalar bases ou projetos de intervenção militar e trabalhar para eventualmente expandir determinada malha de transportes.
"Quando ao lado dessa proteção está igualmente garantida o direito de proteção nacional, a salvaguarda dos indígenas não pode ser tomada de forma absoluta. Deve ser perseguida até o ponto em que se depara com a defesa nacional. Há de se garantir sempre a possibilidade de uma conjugação. A idéia de defesa nacional não se limita a políticas defensivas essencialmente (de caráter) bélico-estratégico. Se é verdade que as fronteiras não são suficientes para barrar novas ameaças, não significa que elas não podem ser tratadas como um componente estratégico. Estando a terra indígena em face de fronteira, o usufruto do índio sobre a terra indígena estará sujeito a restrições sempre que o interesse nacional estiver em jogo", comentou o magistrado em seu voto.
Direito observou que "não cabe qualquer forma de radicalismo" ao se analisar a legalidade da demarcação da reserva indígena e tampouco concordar com o "absolutismo do direito indígena" ou "o quase confinamento da unidade de conservação".
Em nota divulgada durante o julgamento, o governo do estado de Roraima observou que nesta quarta-feira é comemorado o aniversário de 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, "que trata da fraternidade entre os homens e não da segregação racial, como se pretende em Raposa Serra do Sol". "O governo de Roraima entende que os índios têm direito à própria reserva, mas questiona falhas no laudo antropológico da Funai que levou à definição do tamanho da área. posição do governo de Roraima é de que existe uma saída de consenso para o litígio. O governador José de Anchieta Júnior (PSDB), que passou a segunda-feira em Brasília discutindo o julgamento com assessores jurídicos opina pelo bom senso. Ele está preocupado com a segurança na área indígena", diz a nota.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Dezembro: Datas Militares Comemorativas
2 de dezembro
FORÇA AÉREA - Dia do Serviço de Saúde da Aeronáutica.
7 de dezembro
FORÇA AÉREA - Dia da Aviação Civil Internacional.
11 de dezembro
FORÇA AÉREA - Dia da Infantaria da Aeronáutica.
13 de dezembro
MARINHA - Dia Do Marinheiro.
16 de dezembro
EXÉRCITO, FORÇA AÉREA e MARINHA - Dia do Reservista.
ESG - Escola Superior de Guerra
A Escola Superior de Guerra - ESG -, criada pela Lei nº 785, de 20 de agosto de 1949, é um instituto de altos estudos, subordinado diretamente ao Ministro de Estado da Defesa, e destina-se a desenvolver e consolidar os conhecimentos necessários para o exercício das funções de direção e para o planejamento da Segurança Nacional, considerando, também, os aspectos relativos à Defesa Nacional e ao Desenvolvimento Nacional. segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Adesg Litoral Sul comemora o Dia Nacional da ADESG
O evento teve início às 11 horas deste domingo, dia em que a ADESG comemora seus 57 anos de fundação e teve como chefe de cerimonial o adesguiano Lord Marcello Raphael Fortuna of Lancaster. O Representante da Adesg Litoral Sul, Dr. Wilson Carlos Gatto, agradeceu a massiva participação popular e das autoridades presentes, aproveitando para relatar a história da Adesg e a importância da entidade para o desenvolvimento do país e, neste caso, da Estância Balneária de Itanhaém. Em suas palavras, Dr. Gatto fez questão de mencionar a imensurável ajuda que nossa Representação tem recebido da Delegacia da ADESG no Estado de São Paulo, através de nosso Delegado Adauto Rocchetto e dos companheiros adesguianos Jorge Muller, Marco Antônio Pizzocaro, Benedito de Souza, Domingos Salles, Renata Marotta entre tantos outros.
DISCURSO DO REPRESENTANTE DR. WILSON CARLOS GATTO
Hoje é o dia nacional da ADESG - 07 de dezembro.
A Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra foi fundada em 07 de Dezembro de 1951, portanto, estamos realizando o 57º aniversário de vivência e trabalhos.
A ADESG possui uma rede nacional de Delegacias e Representações que estão localizadas em todos os Estados e nas principais cidades do país. Fazemos parte da Delegacia no Estado de São Paulo, somos a Representação Litoral Sul.
Tanto a Escola Superior de Guerra como a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra são instituições de altos estudos que têm por objetivo a educação dos cidadãos brasileiros para que se tornem capacitados a contribuir com o desenvolvimento nacional através da difusão de seus princípios e Métodos de Planejamento Estratégico, dinâmico e adaptativo às variações da conjuntura e dentro dos conceitos de cidadania e solidariedade.
Tem como matriz a Escola Superior de Guerra, criada em 1949 e localizada no Rio de Janeiro. A representação Litoral Sul - Itanhaém foi instalada em 22 de abril de 1999.
Os dias atuais apresentam mudanças no comportamento dos povos, sendo muitas delas positivas, outras não. A globalização se tornou impositiva e as influências externas se fazem presentes no seio das famílias brasileiras.
Tais transformações estão em plena mutação no comportamento de cada indivíduo, já que a tendência mundial é que sejamos tratados como na massa humana, deixando de exaltar valores e qualidades que outrora fizeram parte do cotidiano de nosso país.
Infelizmente tivemos o passamento de nosso grande comandante, o Sr. Camargo, que Deus o tenha em bom lugar, que nos representou por longos 9 anos e agora, numa nova fase, nova diretoria, com o dinamismo que requer os preceitos da ADESG, conclamo a todos para que participemos ativamente do engrandecimento desta importante Instituição.
Estamos todos de parabéns. Obrigado.
AMAZÔNIA Urgente !
Muitas vezes as pessoas podem pensar que a ameaça à soberania nacional, principalmente na questão da Amazônia, é algo que não existe, é elemento de ficção criado na cabeça de pessoas que ¨ficam procurando pelo em ovo¨... Mas a verdade é que o perigo existe e está iminente.
O povo brasileiro tem um bom coração, é um povo pacífico e festivo... e isso facilita a infiltração e a preparação daqueles que olham para o Brasil com os cifrões estampados nos olhos. ¨Pão e circo para o povo, e mais circo do que pão...¨. Enquanto nos distraimos com futebol, samba, carnaval e tantas outras festividades, esses ¨abutres¨ sobrevoam os ares de nossa sempre esperançosa imaginação, jogando migalhas de pão para manter nossos pensamentos longe do verdadeiro perigo que eles representam, até o momento do ataque final e fatal, quando estivermos desprotegidos e sem condições de reagir.
O índio brasileiro é um cidadão como eu, você e todos que aqui nasceram. Todos somos filhos da Mãe Brasil... a não ser que ainda haja algum humano nascido antes do descobrimento, há mais de 500 anos. Devemos preservar a cultura, mas também estar atentos ao fato de que vivemos no século XXI. Conheço muitos índios e sempre vejo na TV assuntos relacionados aos índios... muitos deles possuem carros, TV a cabo em suas ocas, falam fluentemente o inglês e outros idiomas e tantas outras coisas. Mas não precisam votar... os varões de cada clã não precisam se alistar para servir à Patria.
Nossos ¨amigos estrangeiros¨ (principalmente os que habitam no hemisfério Norte do continente americano) preocupam-se muito com nossos índios e com a Amazônia... Melhor dizendo, preocupam-se com nossos índios que habitam na Amazônia — pois temos aldeias em muitas partes do Brasil (inclusive no Estado de São Paulo) e não existe uma infestação de ONGs internacionais nessas outras localidades...
Querem fazer uma Nação indígena ¨soberana¨ — mas são caridosos e por essa razão ensinarão e ajudarão nossos índios a administrar a nova Nação... que belo gesto, não acham? Estão interessados no bem estar de nossos índios... não nas riquezas minerais e naturais de nosso território. Mas a história é o cérebro da verdade. O que fizeram eles com os índios que habitavam a América do Norte ?
Sou protetor e defensor de nossos índios, da mesma forma que defendo e protejo nossas crianças, nossos idosos, as classes auto-julgadas ¨minorias¨, enfim... sou defensor e protetor do cidadão brasileiro. Somos todos brasileiros, não importando nossa descendência... Uma das maiores riquezas do brasil é a diversidade de raças e origens de nosso povo... essa mistura é nossa identidade. Não importa se somos descendentes de índios, africanos, italianos, japoneses... somos todos BRASILEIROS e somos irmãos, filhos da Mãe Brasil.
Fiquei sabendo que em alguns mapas em livros escolares de geografia na América, a Amazônia aparece como sendo território neutro da humanidade... recentemente encontrei um vídeo comercial que foi amplamente divulgado nas redes televisivas americanas em 2007, da empresa Arkhos Biotech que, juntamente com outros monopólios privados internacionais, estariam criando um lobby para que a Amazônia passasse a ser considerado território neutro desvinculado do Brasil e, o que é pior, que fosse controlada pela iniciativa privada . Sim... no próprio vídeo promocional eles pedem para que os ajudem a comprar a Amazônia.
Fiquemos atentos... porque não é somente de pão e circo, como eles pensam, que o povo brasileiro vive. Somos brasileiros, amamos nossa Pátria e temos orgulho de ser quem somos: muitos povos formando a Nação que muitos queriam ter.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Guerra de 4ª Geração
As invasões com tropas ou bombardeios em massa como empregados na guerra do Iraque, fazem parte das Guerras de 3ª Geração adotadas no passado e derrotadas pelo Vietnam que aplicou com inteligência a Estratégia da Guerra Assimétrica. O mesmo está ocorrendo no Iraque.
No momento estamos sendo atacados de uma maneira envolvente e violenta com a adoção da Guerra de 4ª Geração pelas potências interessadas nas nossas riquezas. Afinal é urgente a necessidade de passar adiante a moeda podre, o dolar, e assumir os ativos valiosos que são as riquesas da amazônia brasileira. Estratégias que estão sendo adotadas:
- Imposição do Estado mínimo;
- Domínio econômico utilizando como peça de manobra as ONGs;
- Criação do Ministério da Defesa e a conseqüente miniaturização das FFAA impondo-lhes baixos salários e sucateando seu material bélico;
- Domínio do espaço aéreo brasileiro com a destruição de suas empresas de aviação nacionais e controle dos seus aeroportos;
- Destruição da Marinha Mercante e da indústria naval brasileira e o conseqüente domínio das águas territoriais, a nossa “Amazônia Azul”;
- Fim das fronteiras nacionais com o projeto “USAID” que impõe a retirada das FFAA da linha de fronteira do País;
- Criação de Nações independentes na Amazônia com direitos totais de autonomia e proibição de entrada das FFAA do Brasil em seus territórios;
- Destruição da indústria bélica nacional;
- Desarmamento da população e manutenção dos bandidos armados;
- Fim do serviço militar obrigatório.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
A AMAZÔNIA é do BRASIL !

terça-feira, 2 de dezembro de 2008
07 de Dezembro: Dia Nacional da ADESG

Em 07 de Dezembro, comemora-se em todo o Brasil o Dia Nacional da ADESG. Fundada em 07 de dezembro de 1951, a ADESG completa neste domingo 57 anos formando pensadores patriotas que têm como meta defender a soberania do país e a manutenção e cumprimento dos Objetivos Nacionais.
No próximo domingo, dia 07/12, a Representação Litoral Sul - Itanhaém, da Delegacia da ADESG no Estado de São Paulo, realizará um ato solene comemorativo ao Dia da Adesg, com início às 11 horas da manhã, em sua sede social localizada à Av. 31 de Março, 1505 - sala 05 - Jd. Sabaúna - Itanhaém / SP.
O evento contará com a presença de autoridades civis e militares da região e é mais uma iniciativa da administração de Wilson Carlos Gatto juntamente com os adesguianos desta Representação.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Formatuda da Fundação Ulysses Guimarães
O cerimonial foi executado pelo Sr. Leonardo Salles Padovan dos Santos (Relações Públicas da ADESG e Diretor na Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém) que também compôs a mesa. Presidindo os trabalhos da mesa estava o Lord Marc Fortuna (Diretor Administrativo da ADESG, membro da Ordem dos Parlamentares do Brasil e Presidente da Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém). Também compondo a mesa estavam Dr. Wilson Carlos Gatto (Representante da ADESG Litoral Sul e Diretor na Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém), Drª. Elizabeth de Souza (Diretora na Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém) e Sgt. Marco Antonio Jacyntho do Couto (Diretor Financeiro da ADESG, Diretor Sectorial Peruíbe da Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém e representando o Comandante do Corpo de Bombeiros).
Dentre as cerca de 50 pessoas presentes na solenidade, a imprensa fez-se destacar com a presença da equipe do Jornal da Cidade.
Os formandos da turma 275 (Curso Preparatório para Candidatos a Vereador, Vice-Prefeito e Prefeito) escolheram como paraninfa a Srª Julieta Omuro - Prefeita da cidade de Peruíbe e, representando os formandos como orador, a formanda Elizabeth de Souza proferiu um belo e emotivo discurso.
Os formandos da turma 310 (Curso Básico de Formação Política) escolheram como paraninfo o Dr. João Viudes Carrasco - ex-Prefeito de Itanhaém e, representando os formando como orador, o formando Wilson Carlos Gatto proferiu um bem elaborado e brilhante discurso.
Alguns dos formandos que não puderam estar presentes, justificaram a ausência. O Chefe de Cerimonial procedeu a leitura completa, por turma, dos nomes de todos os formandos e a seguir, os formandos presentes foram chamados para receberem das mãos de nosso presidente da Representação Municipal de Itanhaém, a diplomação tão justa e merecida, seguida de uma seção individual de fotos. Os formantes presentes diplomados na ocasião foram:
Antônio Alberto Ribeiro Matos (275 - 310)
Antônio Velasco (275 - 310)
Ariovaldo Ribeiro (275 - 310)
Carmelita Ribeiro de Souza (275 - 310)
Elizabeth de Souza (275 - 310)
Helena Gomes Pereira (275 - 310)
Helena Mischiatti Fortuna (275 - 310)
Iris Ponce de Leon Soares (275 - 310)
Leonardo Salles Padovan dos Santos (275)
Lireda Maria Silva da Costa (275 - 310)
Marcos Antônio Jacyntho do Couto (275 - 310)
Maria Eunice Domingos dos Santos (275 - 310)
Osvaldo Ribeiro Vittoretti (275 - 310)
Richard John Price (275 - 310)
Wilson Carlos Gatto (275 - 310)
Antes do término dos trabalhos, o Presidente usou a palavra para expressar a imensa gratitude pelos companheiros Pastor Francisco Falsetti e Pastora Maria Mercedes Vittier Falsetti, pela extrema ajuda de ambos durante a realização das aulas. O Presidente também apresentou aos presentes um histórico do que a FUG Representação Itanhaém pretende desenvolver a nível educacional na cidade através de parcerias, como o ¨Curso de Formação de Líderes Comunitários¨, ¨Curso Livre de Idiomas¨ e ¨Curso de Cidadania¨, além dos já tradicionais cursos previstos pelas esferas superiores da FUG, como o ¨Curso Básico de Formação Política¨ e o ¨Curso de Gestão Pública¨. O presidente também destacou a responsabilidade de cada um dos formandos a partir deste momento, que passaram de ser simplesmente alunos e neste momento transformam-se em Fuguianos, e têm a responsabilidade de transmitir os ideais da FUG como pensadores que agora são, fortalecendo assim a Instituição com a aderência e participação ativa de todos que por ela passa.
Também foi firmado na ocasião convênio educacional entre a FUG Representação Itanhaém e a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra - Representação Litoral Sul.
No término dos trabalhos, as autoridades, os Fuguianos e os demais presentes foram convidados para degustar o coquetel preparado no saguão da Adesg.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
História Secreta da Invasão de Roraima
No momento em que tanto se fala da cobiça internacional sobre a Amazônia, da ação de ONGs de todos os tipos agindo livremente na região Norte, de estrangeiros vendendo pedaços da nossa floresta, da encrenca que está sendo a homologação da Raposa/Serra do Sol, de índios contra índios, de índios contra não-índios, das ações ou omissões da Funai, do descontentamento das Forças Armadas com referência os rumos políticos que estão sendo dados para esta quase despovoada mas importantíssima parte das fronteiras da nação, é mais do que preciso falar quem sabe, quem conhece, quem vivencia ou quem tenha alguma informação de importância.
Assim sendo, para ficar registrado e muito bem entendido, vou contar um acontecimento de magna importância, especialmente para Roraima, e do qual sou testemunha ocular da História.
Corria o ano de 1993 – portanto, já fazem 15 anos. Era governo de Itamar Franco e as pressões de alguns setores nacionais e vários internacionais, para a homologação da Raposa/Serra do Sol, eram fortes e estavam no auge. Tinha-se como certíssimo de que Itamar assinaria a homologação.
Nessa época, eu era piloto da empresa BOLSA DE DIAMANTES, que quinzenalmente enviava compradores de pedras preciosas para Uiramutã, Água Fria, Mutum e vizinhanças.
No dia 8 de setembro de 1993, aí pelas 17:00, chegamos em Uiramutã, e encontramos a população numa agitação incomum, literalmente aterrorizada. Dizia-se por toda parte, que Uiramutã ia ser invadida, que havia muitos soldados “americanos”, já vindo em direção à localidade.
A comoção das pessoas, a agitação, o sufoco eram tão grandes que me contaminou, e fui imediatamente falar com o sargento PM que comandava o pequeníssimo destacamento de apenas quatro militares, para saber se ele tinha conhecimento dos boatos que circulavam, e respondeu-me que sabia do falatório. Contou-me então que o piloto DONÉ (apelido de Dionízio Coelho de Araújo), tinha passado por Uiramutã com seu avião Cessna PT-BMR, vindo da cachoeira de ORINDUIKE, no lado brasileiro, (que os brasileiros erradamente chamam de Orinduque), contando para várias pessoas, que havia um acampamento enorme, com muitos soldados na esplanada no lado da Guiana, na margem do rio Maú, nossa fronteira com aquele país.
Aventei a necessidade de que o sargento, autoridade policial local, fosse ver o que havia de fato e falei com o dono da empresa, que aceitou, relutante e receioso, emprestar o avião para o sargento. Como, entretanto, o sol já declinava no horizonte, combinamos o vôo para a manhã seguinte.
Muito cedo, o piloto Doné e seus passageiros, que tinha ido pernoitar na maloca do SOCÓ, pousaram em Uiramutã. Eu o conheci nessa ocasião, e pude ouvir dele um relato. Resumindo bastante, contou que na Guiana havia um grande acampamento militar e que um avião de tropas estava trazendo mais soldados para ali.
Estávamos na porta da Delegacia, quando chegou uma Toyota do Exército, com um capitão, um sargento e praças.,vindos do BV 8. Ele ia escolher e demarcar um local para a construção do quartel de destacamento militar ali naquela quase deserta fronteira com a Guiana. BV 8 é antigo marco de fronteira do Brasil com a Venezuela, onde há um destacamento do Exército, na cidade de Pacaraima. Muito interessado e intrigado com o fato, resolveu ir conosco nesse vôo.
O capitão trazia uma boa máquina fotográfica e emprestei a minha para o sargento. O vôo foi curto, apenas seis minutos. Demos tanta sorte, que encontramos um avião para transporte de tropas, despejando uma nova leva de soldados, no lado guianense. Voando prá lá e prá cá, só no lado brasileiro, os militares fotografavam tudo, e o capitão calculou pelo número de barracas, uns 600 homens, até aquele momento.
Fiz diversas idas e vindas e, numa delas vi o transporte de tropas decolando e virando para a esquerda. Exclamei para o capitão: eles vem pra cima de nós! Como é que você sabe? Perguntou. Viraram para a esquerda, que é o lado do Brasil e, não da Guiana, respondi. Girei imediatamente a proa para Uiramutã e, ao nivelar o avião, o capitão me disse muito sério: estamos na linha de tiro deles! Foi então que olhando para a direita, vi à curta distância e, na porta lateral do transporte, um soldado branco, com um fuzil na mão.
Confesso que foi um grande susto! O coração parecia-me bater duas e falhar uma. Quem conhece a região, sabe que ali naquela parte, o Maú é um rio muito sinuoso. Enfiei o avião fazendo zig-zag nesses meandros, esperando conseguir chegar em Uiramutã. Se atiraram, não ficamos sabendo, mas após o pouso, havia muita gente na pista, que fica juntinho das casas. Agitadas, contaram que aquele avião tinha girado duas vezes sobre nós e a cidade, tomando rumo de Lethen, na Guiana, onde há uma pista asfaltada, defronte de Bomfim, cidade brasileira na fronteira.
Com esse fato, angustiou-se mais ainda a população, na certeza de que a invasão era iminente. O capitão determinou ao sargento e a mim, que fizessemos imediatamente um relatório minucioso, para ser envido ao comando da PM, em Boa Vista e partiu acelerado de volta ao pelotão de fronteira no BV 8.
Na delegacia, o sargento retirou o filme da minha máquina fotográfica, para enviar ao seu comando e eu datilografei um completo relatório que ele colocou em código e transmitiu via rádio para Boa Vista. Naquela época, o chefe da S2 da PM ( Seção de Inteligência), era o major Bornéo.
Uns quatro dias depois que cheguei desse giro das compras de diamantes, tocou a campainha da minha casa, um major do Exército. Apresentou-se e pediu-me para ler um papel, que não era outro, senão aquele mesmo que eu datilografara em Uiramutã , e do qual o comando da PM enviara cópia para o comando do Exército em Boa Vista. Após ler e confirmar que era aquilo mesmo, pediu-me para assinar, o que fiz. Compreendi que tinha sido testemunha de algo grande, maior do que eu poderia imaginar, e pedi então ao major, para dizer o que estava acontecendo, uma vez que parte daquilo eu já sabia. Concordou em contar, desde que eu entendesse bem que aquilo era absolutamente confidencial e informação de segurança nacional. Concordei.
Disse o major, que a embaixada brasileira em Georgetown tinha informado ao Itamarati, que dois vasos de guerra, um inglês e outro, americano, haviam fundeado longe do porto, e que grandes helicópteros de transporte de tropas, estavam voando continuamente para o continente, sem que tivesse sido possível determinar o local para onde iam e o motivo.
Caboclos guianenses (índios aculturados) tinham contado para caboclos brasileiros em Bomfim, cidade de Roraima na fronteira, terem os americanos montado uma base militar logo atrás da grande serra Cuano-Cuano, que por ser muito alta e próxima, vê-se perfeitamente da cidade. O Exército brasileiro agiu com presteza, e infiltrou dois majores através da fronteira, e do alto daquela serra, durante dois dias, filmaram e fotografaram tudo. Agora, com os fatos ocorridos em Orinduike, próximo de Uiramutã, nossa fronteira Norte, fechava-se o entendimento do que estava acontecendo.
E o que estava acontecendo? As pressões internacionais para a demarcação da Raposa / Serra do Sol apertavam, na certeza de que o Presidente Itamar Franco assinaria o decreto. Em seguida, a ONU, atendendo aos “insistentes pedidos dos povos indígenas de Roraima”, determinaria a criação de um enclave indígena sob a sua tutela, e aí nasceria a primeira nação indígena do mundo. Aquelas tropas americanas eram para garantir militarmente a tomada de posse da área e a “nova nação”.
Até a capital já estava escolhida: seria a maloca da Raposa, estrategicamente localizada na margem da rodovia que corta toda a região de Este para Oeste, e divide geográfica e perfeitamente a região das serras daquela dos lavrados roraimenses – que são os campos naturais e cerrados.
Itamar Franco – suponho – deve ter sido alertado para o tamanho da encrenca militar que viria, e o fato é que, nunca assinou a demarcação.
Nessa mesma ocasião (para relembrar: era começo de setembro de 1993), estava em final de preparativos, o exercício periódico e conjunto das Forças Armadas nacionais, na cidade de Ourinhos, margem do rio Paranapanema, próxima de Sta. Cruz do Rio Pardo e Assis, em São Paulo, e Cambará e Jacarezinho, no Paraná.
Com as alarmantes notícias vindas de Roraima, o Alto Comando das Forças Armadas mudou o planejamento, que passou a chamar-se “OPERAÇÃO SURUMU” e, como já estava tudo engrenado, enviou as tropas para Roraima. Foi assim que à partir da madrugada de 27 de setembro de 1993, dois aviões da VARIG, durante vários dias, Búfalos, Hércules e Bandeirantes despejaram tropas em Roraima. Não cabendo todas as aeronaves militares dentro da Base Aérea, o pátio civil do aeroporto ficou coalhado de aviões militares. Chegaram também os caças e muitos Tucano. Veio artilharia anti-aérea, localizada nas cercanias de Surumu, e foi inclusive expedido um aviso para todos os piloto civis, sobre áreas nas quais estava proibido o sobrevôo, sob risco de abate.
Tendo como Chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA), o general de Exército José Sampaio Maia – ex-comandante do CIGS em Manaus, e como árbitro da Operação Surumu, o general de Brigada Luíz Alberto Fragoso Peret Antunes (general Peret), os rios Maú, Uailã e Urariquera enxamearam de “voadeiras” cheias de soldados. Aviões de caça fizeram dezenas de vôos razantes nas fronteiras do Norte. O Exército também participou com a sua aviação de helicópteros, que contou com 350 homens do 1º, 2º e 3º esquadrões, trazendo 15 Pantera (HM-1) e 4 Esquilos, que fizeram um total de 750 horas de vôo. Vieram também cerca de 150 pára-quedistas militares e gente treinada em guerra na selva. A Marinha e a Força Aérea contribuíram com um número não declarado de homens, navios e aeronaves.
Dessa maneira, não tendo Itamar Franco assinado o decreto de demarcação da Raposa / Serra do Sol e, vindo essas forças militares para demonstrar que a entrada de soldados americanos em Roraima, não seria feita sem grande baixas, “melou” e arrefeceu a intenção internacional de apossar-se desta parte da Amazônia, mas não desistiram.
Decepcionando muito, embora sendo outro o contexto político internacional, Lula fez a homologação dessa área indígena, contestada documentalmente no Supremo Tribunal e, ainda tentou à revelia de uma decisão judicial, retirar “na marra”, os fazendeiros e rizicultores (“arrozeiros”) dessa área, que como muita gente sabe – inclusive os contrários – tem dentro dela propriedades regularmente documentadas com mais de 100 anos de escritura pública e registro, no tempo em que Roraima nem existia, e as terras eram do Amazonas. Agora, entretanto, os interesses difusos e estranhos de muitas ONGs, dizem na internet, que esses proprietários são “invasores”, quando até o antigo órgão anterior ao INCRA, demarcou e titulou áreas nessa região, e que a FUNAI, chamada a manifestar-se, disse por escrito, que não tinha interesse nas terras e que nelas, até aquela ocasião, não havia índios.
As ONGs continuam a fazer pressão, e convém não descuidar, porque nada indica que vão desistir de conseguir essas terras “para os índios”, e de graça, levarem além de 1 milhão e 700 mil hectares – quase o tamanho de Sergipe – tudo o mais que elas tem: ouro, imensas jazidas de diamantes, coríndon, safira de azul intenso, turmalina preta, topázio, rutilo, nióbio, urânio, manganês, calcaria, petróleo, afora a vastidão das terras planas, propícias à lavoura, área quase do mesmo tamanho onde Mato Grosso planta soja que fez a sua riqueza.
Isto é o que já sabemos, porque uma parte disso foi divulgada numa pesquisa da CPRM – Cia. de Pesquisa de Recursos Minerais, em agosto de 1988 (iniciada em 1983), chamada de Projeto Maú, que qualifica essa parte da Raposa/Serra do Sol, como uma das mais ricas em diamantes no Brasil, sendo o mais extenso depósito aluvional de Roraima, muito superior ao Quinô, Suapi, Cotingo, Uailã e Cabo Sobral. Essa pesquisa foi inicialmente conduzida pelo geólogo João Orestes Schneider Santos e, posteriormente, pelo também geólogo, Raimundo de Jesus Gato D´Antona, que foi até o final do projeto, constatando a possibilidade da existência de até mais de 3 milhões de quilates de diamantes e 600 Kg de ouro. Basta conferir a cotação do ouro e diamantes, para saber o que valem aquelas barrancas do rio Mau, só num pequeno trecho.
A “desgraça” de Roraima é ser conhecida internacionalmente na geologia, como a maior Província Mineral já descoberta no planeta. Nada menos que isso! E o que ainda não sabemos? Essa pesquisa, feita em pouco mais de 100 quilômetros de barranca do rio, cubou e atestou a imensa riqueza diamantífera da área. Entretanto, o Estado de Roraima ainda tem coríndon, manganês, calcaria e urânio, afora mais de 2 milhões e 100 mil hectares de terras planas agricultáveis, melhores que aquelas onde plantam soja no Mato Grosso.
Representante: Dr. Gatto
O que os militares fizeram pelo Brasil
Pegaram um país com o 45º PIB do mundo e, 21 anos depois, entregaram-no aos civis no 10º lugar do PIB mundial (Estamos há 23 anos sob autoridade civil e ainda estamos em 10º).
OUTROS FEITOS:
- Restabelecimento da autoridade por 21 anos;
- Criação de 13 milhões de empregos;
- A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;
- Estruturação das grandes construtoras nacionais;
- Crescimento do PIB de 14%;
- Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
- Criação da Eletrobrás;
- Implantação do Programa Nuclear;
- Criação da NUCLEBRÁS e subsidiárias;
- Criação da EMBRATEL e TELEBRÁS (antes, não havia 'orelhões' nas ruas, nem se falava por telefone entre os Estados);
- Construção das Usinas ANGRA I e ANGRA II;
- Desenvolvimento das INDÚSTRIAS AERONÁUTICA e NAVAL (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
- Implantação do PRÓ-ÁLCOOL em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);
- Construção das maiores hidrelétricas do mundo: TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA, JUPIÁ e ITAIPÚ;
- Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
- Rede de rodovias asfaltadas, passou de 3 mil para 45 mil km;
- Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
- Fomento e financiamento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
- Aumento dos cursos de MESTRADO e DOUTORADO;
- INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
- Criação do FUNRURAL, a previdência para os cidadãos do campo;
- Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
- Criação do FGTS, PIS, PASEP;
- Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos);
- Duplicação da rodovia RIO-JUIZ DE FORA e da VIA DUTRA;
- Criação da EBTU;
- Implementação do Metrô em SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, BELO HORIZONTE, RECIFE e FORTALEZA;
- Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (GALEÃO, GUARULHOS, BRASÍLIA, CONFINS, CAMPINAS - VIRACOPOS, SALVADOR, MANAUS);
- Implementação dos PÓLOS PETROQUÍMICOS em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
- Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que resultaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;
- Construção do PORTO DE ITAQUÍ e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de São Luís no Maranhão;
- Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;
- Promulgação do `Estatuto da Terra`, com o início da Reforma Agrária pacífica;
- Polícia Federal;
- Código Tributário Nacional;
- Código de Mineração;
- Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
- IBDF - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
- Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
- Reforma do TCU;
- Estatuto do Magistério Superior;
- INDA - Instituto de Desenvolvimento Agrário;
- Criação do Banco Central (DEZ/64);
- SFH - Sistema Financeiro de Habitação;
- BNH - Banco Nacional de Habitação; (***).
- Construção de 4 milhões de moradias;
- Regulamentação do 13º. salário;
- Banco da Amazônia;
- SUDAM;
- Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;
- Ferrovia da soja;
- Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;
- Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
- Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
- Matrículas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
- Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
- Estabelecimentos de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
- Crédito Educativo;
- Projeto RONDON;
- MOBRAL;
- Abertura da Transamazônica com instalação de agrovilas;
- Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília;
- Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba;
- Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda);
- Construção da PONTE RIO-NITERÓI;
- Construção da rodovia RIO-SANTOS (BR 101); e
- E o mais importante, impediram a implantação de uma `FARC` no Brasil`.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Procura-se pessoas com ATITUDE
O estimulo e reconhecimento de algumas “Atitudes” são fatores primordiais na obtenção de uma resposta positiva da sociedade. O projeto CIVISMO 10 nasceu da necessidade observada pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, no sentido de alimentar e realçar o comportamento positivo do cidadão brasileiro.
Trata-se de condecorar todo aquele que, em atitude natural, demonstrar respeito ao próximo e/ou ao seu país. Em breve, a ADESG Litoral Sul estará anunciando o nome dos homenageados pelos trabalhos prestados à população em 2008.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Ciclo de Palestras 2008
As datas e palestras são:
07/11 (sexta) - C11
Cap. PM Eduardo Nocetti Holms
Tema: Brigada de Incêndio e Resgate
10/11 (segunda) - C12
Marcelo Di Giuseppe (Secretário Municipal da Saúde)
Tema: Administração da Saúde e do SUS
12/11 (quarta) - C13
Ariane de Lurdes de Oliveira Moreira (Centro de Infectologia de Itanhaém)
Tema: DST-AIDS e Doenças Infecto-contagiosas
14/11 (sexta) - C14
Prof. Wagner Carvalho
Tema: Dengue
17/11 (segunda) - C15
Drª. Elizabeth de Souza (Advogada)
Tema: Direito, Justiça e seus conflitos na atualidade
18/11 (terça) - C16
Conferencista: a confirmar
Tema: a confirmar
20/11 (quinta) - C17
Profª. Lilian Clemente Cardoso Marcondes
Tema: Saúde Mental
21/11 (sexta) - C18
Damião Avelino da Silva
Tema: Drogas - Causas e Consequências
As palestras serão realizadas em nossa sede social, sita à Av. 31 de Março, 1505 - sala 5 - Jd. Sabaúna - Itanhaém / SP (Dentro da Rodoviária de Itanhaém) e serão sempre das 20 às 22 horas. Devido ao número limitado de vagas, solicitamos a todos que quiserem participar de alguma palestra que entre em contato conosco através dos telefones (13) 3422-4387 ou (13) 9787-0237 para agendar sua presença.
Traje: Social
Pontualidade: Estar no local com antecedência mínima de 15 minutos
Certificado: Certificado de Participação será entregue a todos os presentes
domingo, 2 de novembro de 2008
Convite para Formatura: FUG Itanhaém
* Traje: Social.
* Comparecer com antecedência mínima de 15 minutos antes do horário.
Devido ao número limitado de lugares, favor nos contactar com antecedência para confirmar a presença através dos telefones (13) 9141-2390 ou (13) 9787-0237.
Saudações
Ld. Marcelo Rafael Fortuna
Mediador FUG Itanhaém
sábado, 25 de outubro de 2008
Hino à Independência
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
.....
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
.....
Os grilhões que nos forjavam
Da perfídia astuto ardil,
Houve mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil;
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
.....
ESTROFE
.....
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
.....
ESTROFE
.....
Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil;
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
.....
ESTROFE
Ouça este hino patriótico, bem como outros nacionais, executado por banda e coro, diretamente do portal do Exército Brasileiro: http://www.exercito.gov.br/01inst/Hinoscan/indice.htm
Palestra: ¨ANTÁRTIDA¨
Hora: 20:00
Local: 2º BIL (Batalhão de Infantaria Leve)
Cidade: São Vicente
Detalhes:
Conferencista: Cmte. Waldyr da Costa Freitas
Traje: Social Padrão Adesg
* Conferência conjunta com estagiários do CEPE da Adesg Santos
GRAMCISMO - (Domingos Salvestrini)
Visita à Academia da Força Aérea
domingo, 19 de outubro de 2008
Enquete IBAMA: Você é contra ou a favor à caça amadora
sábado, 18 de outubro de 2008
Diretoria da ADESG Litoral Sul
terça-feira, 14 de outubro de 2008
BANDEIRA NACIONAL
O GRANDE SÍMBOLO NACIONAL
A Representação da ADESG Litoral Sul na cidade de Itanhaém, através de seu Representante Interino, Dr. Wilson Carlos Gatto e demais adesguianos e estagiários do CEPE VIII, pretende organizar e estar presente junto a outras instituições à manifestação cívica que será prestada ao grande símbolo da nacionalidade brasileira, a Bandeira Nacional.
O modelo atual da Bandeira Brasileira foi adotado pelo Decreto Nº 1.674, de 19 de novembro de 1889. Regulada pela Lei Nº 5.700, de 01 de setembro de 1971, alterada pela Lei Nº 8.421, de 11 de maio de 1992. A data de 19 de novembro foi fixada como o Dia da Bandeira.
Relembre-se que a Bandeira Nacional é hasteada, normalmente, em lugar de destaque. Sua largura não deve ser maior que 1/5 nem menor que 1/7 da altura do mastro. Retângulo verde, losango amarelo, tendo ao centro circulo azul cortado por faixa branca na qual está escrito, em verde, o lema “ORDEM E PROGRESSO”. Na Bandeira do Brasil estão representados, em forma de estrelas brancas, os 26 Estados Brasileiros e o Distrito Federal, que formam a República Federativa do Brasil. Acima da faixa está a estrela Spica-Alfa da Virgem (1) que representa o Estado do Pará. Sob a faixa, as 26 estrelas que representam os demais Estados da Nação Brasileira, e o Distrito Federal.
O Hino à Bandeira é um dos mais belos poemas da língua nacional, de autoria de um dos mais destacados poetas brasileiros, o inesquecível Olavo Bilac, que viveu de 1865 a 1918, e uma das mais vibrantes melodias do cancioneiro nacional de autoria do maestro Antonio Francisco Braga, que viveu entre os anos 1868 a 1945.
Aqui, a homenagem da ADESG-Itanhaém ao grande Símbolo Nacional.
HINO À BANDEIRA NACIONAL
Salve lindo pendão da esperança,
Salve símbolo augusto da Paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil(*)
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul...
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!
(*) Quando este hino é cantado por pessoas adultas costuma-se substituir a palavra juvenil por varonil.



