quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Formatuda da Fundação Ulysses Guimarães

Solenidade de Formatura das turmas 275 (Preparatório para Candidatos) e 310 (Básico de Formação Política) da Fundação Ulysses Guimarães - Representação Municipal de Itanhaém / SP, realizada às 20 horas do dia 27/11/2008 na sede social da ADESG - Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Delegacia no Estado de São Paulo, Representação Litoral Sul.

O cerimonial foi executado pelo Sr. Leonardo Salles Padovan dos Santos (Relações Públicas da ADESG e Diretor na Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém) que também compôs a mesa. Presidindo os trabalhos da mesa estava o Lord Marc Fortuna (Diretor Administrativo da ADESG, membro da Ordem dos Parlamentares do Brasil e Presidente da Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém). Também compondo a mesa estavam Dr. Wilson Carlos Gatto (Representante da ADESG Litoral Sul e Diretor na Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém), Drª. Elizabeth de Souza (Diretora na Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém) e Sgt. Marco Antonio Jacyntho do Couto (Diretor Financeiro da ADESG, Diretor Sectorial Peruíbe da Diretoria Administrativa Provisória da FUG Representação Itanhaém e representando o Comandante do Corpo de Bombeiros).

Dentre as cerca de 50 pessoas presentes na solenidade, a imprensa fez-se destacar com a presença da equipe do Jornal da Cidade.

Os formandos da turma 275 (Curso Preparatório para Candidatos a Vereador, Vice-Prefeito e Prefeito) escolheram como paraninfa a Srª Julieta Omuro - Prefeita da cidade de Peruíbe e, representando os formandos como orador, a formanda Elizabeth de Souza proferiu um belo e emotivo discurso.

Os formandos da turma 310 (Curso Básico de Formação Política) escolheram como paraninfo o Dr. João Viudes Carrasco - ex-Prefeito de Itanhaém e, representando os formando como orador, o formando Wilson Carlos Gatto proferiu um bem elaborado e brilhante discurso.

Alguns dos formandos que não puderam estar presentes, justificaram a ausência. O Chefe de Cerimonial procedeu a leitura completa, por turma, dos nomes de todos os formandos e a seguir, os formandos presentes foram chamados para receberem das mãos de nosso presidente da Representação Municipal de Itanhaém, a diplomação tão justa e merecida, seguida de uma seção individual de fotos. Os formantes presentes diplomados na ocasião foram:

Antônio Alberto Ribeiro Matos (275 - 310)
Antônio Velasco (275 - 310)
Ariovaldo Ribeiro (275 - 310)
Carmelita Ribeiro de Souza (275 - 310)
Elizabeth de Souza (275 - 310)
Helena Gomes Pereira (275 - 310)
Helena Mischiatti Fortuna (275 - 310)
Iris Ponce de Leon Soares (275 - 310)
Leonardo Salles Padovan dos Santos (275)
Lireda Maria Silva da Costa (275 - 310)
Luiz Barbosa da Silva (275 - 310)
Marcos Antônio Jacyntho do Couto (275 - 310)
Maria Eunice Domingos dos Santos (275 - 310)
Osvaldo Ribeiro Vittoretti (275 - 310)
Richard John Price (275 - 310)
Wilson Carlos Gatto (275 - 310)

Antes do término dos trabalhos, o Presidente usou a palavra para expressar a imensa gratitude pelos companheiros Pastor Francisco Falsetti e Pastora Maria Mercedes Vittier Falsetti, pela extrema ajuda de ambos durante a realização das aulas. O Presidente também apresentou aos presentes um histórico do que a FUG Representação Itanhaém pretende desenvolver a nível educacional na cidade através de parcerias, como o ¨Curso de Formação de Líderes Comunitários¨, ¨Curso Livre de Idiomas¨ e ¨Curso de Cidadania¨, além dos já tradicionais cursos previstos pelas esferas superiores da FUG, como o ¨Curso Básico de Formação Política¨ e o ¨Curso de Gestão Pública¨. O presidente também destacou a responsabilidade de cada um dos formandos a partir deste momento, que passaram de ser simplesmente alunos e neste momento transformam-se em Fuguianos, e têm a responsabilidade de transmitir os ideais da FUG como pensadores que agora são, fortalecendo assim a Instituição com a aderência e participação ativa de todos que por ela passa.

Também foi firmado na ocasião convênio educacional entre a FUG Representação Itanhaém e a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra - Representação Litoral Sul.

No término dos trabalhos, as autoridades, os Fuguianos e os demais presentes foram convidados para degustar o coquetel preparado no saguão da Adesg.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

História Secreta da Invasão de Roraima

- depoimento de uma testemunha ocular -


No momento em que tanto se fala da cobiça internacional sobre a Amazônia, da ação de ONGs de todos os tipos agindo livremente na região Norte, de estrangeiros vendendo pedaços da nossa floresta, da encrenca que está sendo a homologação da Raposa/Serra do Sol, de índios contra índios, de índios contra não-índios, das ações ou omissões da Funai, do descontentamento das Forças Armadas com referência os rumos políticos que estão sendo dados para esta quase despovoada mas importantíssima parte das fronteiras da nação, é mais do que preciso falar quem sabe, quem conhece, quem vivencia ou quem tenha alguma informação de importância.

Assim sendo, para ficar registrado e muito bem entendido, vou contar um acontecimento de magna importância, especialmente para Roraima, e do qual sou testemunha ocular da História.

Corria o ano de 1993 – portanto, já fazem 15 anos. Era governo de Itamar Franco e as pressões de alguns setores nacionais e vários internacionais, para a homologação da Raposa/Serra do Sol, eram fortes e estavam no auge. Tinha-se como certíssimo de que Itamar assinaria a homologação.
Nessa época, eu era piloto da empresa BOLSA DE DIAMANTES, que quinzenalmente enviava compradores de pedras preciosas para Uiramutã, Água Fria, Mutum e vizinhanças.

No dia 8 de setembro de 1993, aí pelas 17:00, chegamos em Uiramutã, e encontramos a população numa agitação incomum, literalmente aterrorizada. Dizia-se por toda parte, que Uiramutã ia ser invadida, que havia muitos soldados “americanos”, já vindo em direção à localidade.

A comoção das pessoas, a agitação, o sufoco eram tão grandes que me contaminou, e fui imediatamente falar com o sargento PM que comandava o pequeníssimo destacamento de apenas quatro militares, para saber se ele tinha conhecimento dos boatos que circulavam, e respondeu-me que sabia do falatório. Contou-me então que o piloto DONÉ (apelido de Dionízio Coelho de Araújo), tinha passado por Uiramutã com seu avião Cessna PT-BMR, vindo da cachoeira de ORINDUIKE, no lado brasileiro, (que os brasileiros erradamente chamam de Orinduque), contando para várias pessoas, que havia um acampamento enorme, com muitos soldados na esplanada no lado da Guiana, na margem do rio Maú, nossa fronteira com aquele país.

Aventei a necessidade de que o sargento, autoridade policial local, fosse ver o que havia de fato e falei com o dono da empresa, que aceitou, relutante e receioso, emprestar o avião para o sargento. Como, entretanto, o sol já declinava no horizonte, combinamos o vôo para a manhã seguinte.

Muito cedo, o piloto Doné e seus passageiros, que tinha ido pernoitar na maloca do SOCÓ, pousaram em Uiramutã. Eu o conheci nessa ocasião, e pude ouvir dele um relato. Resumindo bastante, contou que na Guiana havia um grande acampamento militar e que um avião de tropas estava trazendo mais soldados para ali.

Estávamos na porta da Delegacia, quando chegou uma Toyota do Exército, com um capitão, um sargento e praças.,vindos do BV 8. Ele ia escolher e demarcar um local para a construção do quartel de destacamento militar ali naquela quase deserta fronteira com a Guiana. BV 8 é antigo marco de fronteira do Brasil com a Venezuela, onde há um destacamento do Exército, na cidade de Pacaraima. Muito interessado e intrigado com o fato, resolveu ir conosco nesse vôo.

O capitão trazia uma boa máquina fotográfica e emprestei a minha para o sargento. O vôo foi curto, apenas seis minutos. Demos tanta sorte, que encontramos um avião para transporte de tropas, despejando uma nova leva de soldados, no lado guianense. Voando prá lá e prá cá, só no lado brasileiro, os militares fotografavam tudo, e o capitão calculou pelo número de barracas, uns 600 homens, até aquele momento.

Fiz diversas idas e vindas e, numa delas vi o transporte de tropas decolando e virando para a esquerda. Exclamei para o capitão: eles vem pra cima de nós! Como é que você sabe? Perguntou. Viraram para a esquerda, que é o lado do Brasil e, não da Guiana, respondi. Girei imediatamente a proa para Uiramutã e, ao nivelar o avião, o capitão me disse muito sério: estamos na linha de tiro deles! Foi então que olhando para a direita, vi à curta distância e, na porta lateral do transporte, um soldado branco, com um fuzil na mão.

Confesso que foi um grande susto! O coração parecia-me bater duas e falhar uma. Quem conhece a região, sabe que ali naquela parte, o Maú é um rio muito sinuoso. Enfiei o avião fazendo zig-zag nesses meandros, esperando conseguir chegar em Uiramutã. Se atiraram, não ficamos sabendo, mas após o pouso, havia muita gente na pista, que fica juntinho das casas. Agitadas, contaram que aquele avião tinha girado duas vezes sobre nós e a cidade, tomando rumo de Lethen, na Guiana, onde há uma pista asfaltada, defronte de Bomfim, cidade brasileira na fronteira.

Com esse fato, angustiou-se mais ainda a população, na certeza de que a invasão era iminente. O capitão determinou ao sargento e a mim, que fizessemos imediatamente um relatório minucioso, para ser envido ao comando da PM, em Boa Vista e partiu acelerado de volta ao pelotão de fronteira no BV 8.

Na delegacia, o sargento retirou o filme da minha máquina fotográfica, para enviar ao seu comando e eu datilografei um completo relatório que ele colocou em código e transmitiu via rádio para Boa Vista. Naquela época, o chefe da S2 da PM ( Seção de Inteligência), era o major Bornéo.

Uns quatro dias depois que cheguei desse giro das compras de diamantes, tocou a campainha da minha casa, um major do Exército. Apresentou-se e pediu-me para ler um papel, que não era outro, senão aquele mesmo que eu datilografara em Uiramutã , e do qual o comando da PM enviara cópia para o comando do Exército em Boa Vista. Após ler e confirmar que era aquilo mesmo, pediu-me para assinar, o que fiz. Compreendi que tinha sido testemunha de algo grande, maior do que eu poderia imaginar, e pedi então ao major, para dizer o que estava acontecendo, uma vez que parte daquilo eu já sabia. Concordou em contar, desde que eu entendesse bem que aquilo era absolutamente confidencial e informação de segurança nacional. Concordei.

Disse o major, que a embaixada brasileira em Georgetown tinha informado ao Itamarati, que dois vasos de guerra, um inglês e outro, americano, haviam fundeado longe do porto, e que grandes helicópteros de transporte de tropas, estavam voando continuamente para o continente, sem que tivesse sido possível determinar o local para onde iam e o motivo.

Caboclos guianenses (índios aculturados) tinham contado para caboclos brasileiros em Bomfim, cidade de Roraima na fronteira, terem os americanos montado uma base militar logo atrás da grande serra Cuano-Cuano, que por ser muito alta e próxima, vê-se perfeitamente da cidade. O Exército brasileiro agiu com presteza, e infiltrou dois majores através da fronteira, e do alto daquela serra, durante dois dias, filmaram e fotografaram tudo. Agora, com os fatos ocorridos em Orinduike, próximo de Uiramutã, nossa fronteira Norte, fechava-se o entendimento do que estava acontecendo.

E o que estava acontecendo? As pressões internacionais para a demarcação da Raposa / Serra do Sol apertavam, na certeza de que o Presidente Itamar Franco assinaria o decreto. Em seguida, a ONU, atendendo aos “insistentes pedidos dos povos indígenas de Roraima”, determinaria a criação de um enclave indígena sob a sua tutela, e aí nasceria a primeira nação indígena do mundo. Aquelas tropas americanas eram para garantir militarmente a tomada de posse da área e a “nova nação”.

Até a capital já estava escolhida: seria a maloca da Raposa, estrategicamente localizada na margem da rodovia que corta toda a região de Este para Oeste, e divide geográfica e perfeitamente a região das serras daquela dos lavrados roraimenses – que são os campos naturais e cerrados.

Itamar Franco – suponho – deve ter sido alertado para o tamanho da encrenca militar que viria, e o fato é que, nunca assinou a demarcação.

Nessa mesma ocasião (para relembrar: era começo de setembro de 1993), estava em final de preparativos, o exercício periódico e conjunto das Forças Armadas nacionais, na cidade de Ourinhos, margem do rio Paranapanema, próxima de Sta. Cruz do Rio Pardo e Assis, em São Paulo, e Cambará e Jacarezinho, no Paraná.

Com as alarmantes notícias vindas de Roraima, o Alto Comando das Forças Armadas mudou o planejamento, que passou a chamar-se “OPERAÇÃO SURUMU” e, como já estava tudo engrenado, enviou as tropas para Roraima. Foi assim que à partir da madrugada de 27 de setembro de 1993, dois aviões da VARIG, durante vários dias, Búfalos, Hércules e Bandeirantes despejaram tropas em Roraima. Não cabendo todas as aeronaves militares dentro da Base Aérea, o pátio civil do aeroporto ficou coalhado de aviões militares. Chegaram também os caças e muitos Tucano. Veio artilharia anti-aérea, localizada nas cercanias de Surumu, e foi inclusive expedido um aviso para todos os piloto civis, sobre áreas nas quais estava proibido o sobrevôo, sob risco de abate.

Tendo como Chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA), o general de Exército José Sampaio Maia – ex-comandante do CIGS em Manaus, e como árbitro da Operação Surumu, o general de Brigada Luíz Alberto Fragoso Peret Antunes (general Peret), os rios Maú, Uailã e Urariquera enxamearam de “voadeiras” cheias de soldados. Aviões de caça fizeram dezenas de vôos razantes nas fronteiras do Norte. O Exército também participou com a sua aviação de helicópteros, que contou com 350 homens do 1º, 2º e 3º esquadrões, trazendo 15 Pantera (HM-1) e 4 Esquilos, que fizeram um total de 750 horas de vôo. Vieram também cerca de 150 pára-quedistas militares e gente treinada em guerra na selva. A Marinha e a Força Aérea contribuíram com um número não declarado de homens, navios e aeronaves.

Dessa maneira, não tendo Itamar Franco assinado o decreto de demarcação da Raposa / Serra do Sol e, vindo essas forças militares para demonstrar que a entrada de soldados americanos em Roraima, não seria feita sem grande baixas, “melou” e arrefeceu a intenção internacional de apossar-se desta parte da Amazônia, mas não desistiram.

Decepcionando muito, embora sendo outro o contexto político internacional, Lula fez a homologação dessa área indígena, contestada documentalmente no Supremo Tribunal e, ainda tentou à revelia de uma decisão judicial, retirar “na marra”, os fazendeiros e rizicultores (“arrozeiros”) dessa área, que como muita gente sabe – inclusive os contrários – tem dentro dela propriedades regularmente documentadas com mais de 100 anos de escritura pública e registro, no tempo em que Roraima nem existia, e as terras eram do Amazonas. Agora, entretanto, os interesses difusos e estranhos de muitas ONGs, dizem na internet, que esses proprietários são “invasores”, quando até o antigo órgão anterior ao INCRA, demarcou e titulou áreas nessa região, e que a FUNAI, chamada a manifestar-se, disse por escrito, que não tinha interesse nas terras e que nelas, até aquela ocasião, não havia índios.

As ONGs continuam a fazer pressão, e convém não descuidar, porque nada indica que vão desistir de conseguir essas terras “para os índios”, e de graça, levarem além de 1 milhão e 700 mil hectares – quase o tamanho de Sergipe – tudo o mais que elas tem: ouro, imensas jazidas de diamantes, coríndon, safira de azul intenso, turmalina preta, topázio, rutilo, nióbio, urânio, manganês, calcaria, petróleo, afora a vastidão das terras planas, propícias à lavoura, área quase do mesmo tamanho onde Mato Grosso planta soja que fez a sua riqueza.

Isto é o que já sabemos, porque uma parte disso foi divulgada numa pesquisa da CPRM – Cia. de Pesquisa de Recursos Minerais, em agosto de 1988 (iniciada em 1983), chamada de Projeto Maú, que qualifica essa parte da Raposa/Serra do Sol, como uma das mais ricas em diamantes no Brasil, sendo o mais extenso depósito aluvional de Roraima, muito superior ao Quinô, Suapi, Cotingo, Uailã e Cabo Sobral. Essa pesquisa foi inicialmente conduzida pelo geólogo João Orestes Schneider Santos e, posteriormente, pelo também geólogo, Raimundo de Jesus Gato D´Antona, que foi até o final do projeto, constatando a possibilidade da existência de até mais de 3 milhões de quilates de diamantes e 600 Kg de ouro. Basta conferir a cotação do ouro e diamantes, para saber o que valem aquelas barrancas do rio Mau, só num pequeno trecho.

A “desgraça” de Roraima é ser conhecida internacionalmente na geologia, como a maior Província Mineral já descoberta no planeta. Nada menos que isso! E o que ainda não sabemos? Essa pesquisa, feita em pouco mais de 100 quilômetros de barranca do rio, cubou e atestou a imensa riqueza diamantífera da área. Entretanto, o Estado de Roraima ainda tem coríndon, manganês, calcaria e urânio, afora mais de 2 milhões e 100 mil hectares de terras planas agricultáveis, melhores que aquelas onde plantam soja no Mato Grosso.

Representante: Dr. Gatto


Esse é o Dr. Wilson Carlos Gatto, advogado, Representante da ADESG - Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Delegacia no Estado de São Paulo, Representação Litoral Sul.

O que os militares fizeram pelo Brasil

FIZERAM A MAIOR REVOLUÇÃO INDUSTRIAL DO SÉCULO XX:

Pegaram um país com o 45º PIB do mundo e, 21 anos depois, entregaram-no aos civis no 10º lugar do PIB mundial (Estamos há 23 anos sob autoridade civil e ainda estamos em 10º).

OUTROS FEITOS:

- Restabelecimento da autoridade por 21 anos;

- Criação de 13 milhões de empregos;

- A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;

- Estruturação das grandes construtoras nacionais;

- Crescimento do PIB de 14%;

- Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;

- Criação da Eletrobrás;

- Implantação do Programa Nuclear;

- Criação da NUCLEBRÁS e subsidiárias;

- Criação da EMBRATEL e TELEBRÁS (antes, não havia 'orelhões' nas ruas, nem se falava por telefone entre os Estados);

- Construção das Usinas ANGRA I e ANGRA II;

- Desenvolvimento das INDÚSTRIAS AERONÁUTICA e NAVAL (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);

- Implantação do PRÓ-ÁLCOOL em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);

- Construção das maiores hidrelétricas do mundo: TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA, JUPIÁ e ITAIPÚ;

- Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;

- Rede de rodovias asfaltadas, passou de 3 mil para 45 mil km;

- Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;

- Fomento e financiamento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;

- Aumento dos cursos de MESTRADO e DOUTORADO;

- INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;

- Criação do FUNRURAL, a previdência para os cidadãos do campo;

- Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;

- Criação do FGTS, PIS, PASEP;

- Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos);

- Duplicação da rodovia RIO-JUIZ DE FORA e da VIA DUTRA;

- Criação da EBTU;

- Implementação do Metrô em SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, BELO HORIZONTE, RECIFE e FORTALEZA;

- Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (GALEÃO, GUARULHOS, BRASÍLIA, CONFINS, CAMPINAS - VIRACOPOS, SALVADOR, MANAUS);

- Implementação dos PÓLOS PETROQUÍMICOS em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);

- Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que resultaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;

- Construção do PORTO DE ITAQUÍ e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de São Luís no Maranhão;

- Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;

- Promulgação do `Estatuto da Terra`, com o início da Reforma Agrária pacífica;

- Polícia Federal;

- Código Tributário Nacional;

- Código de Mineração;

- Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;

- IBDF - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;

- Conselho Nacional de Poluição Ambiental;

- Reforma do TCU;

- Estatuto do Magistério Superior;

- INDA - Instituto de Desenvolvimento Agrário;

- Criação do Banco Central (DEZ/64);

- SFH - Sistema Financeiro de Habitação;

- BNH - Banco Nacional de Habitação; (***).

- Construção de 4 milhões de moradias;

- Regulamentação do 13º. salário;

- Banco da Amazônia;

- SUDAM;

- Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;

- Ferrovia da soja;

- Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;

- Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;

- Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;

- Matrículas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;

- Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);

- Estabelecimentos de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;

- Crédito Educativo;

- Projeto RONDON;

- MOBRAL;

- Abertura da Transamazônica com instalação de agrovilas;

- Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília;

- Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba;

- Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda);

- Construção da PONTE RIO-NITERÓI;

- Construção da rodovia RIO-SANTOS (BR 101); e

- E o mais importante, impediram a implantação de uma `FARC` no Brasil`.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Procura-se pessoas com ATITUDE

Chegamos ao século XXI. Os dias atuais apresentam mudanças no comportamento dos povos, sendo muitas delas positivas, outras não. A globalização se tornou impositiva e as influências externas se fazem presentes no seio das famílias brasileiras. Tais transformações estão em plena mutação no comportamento de cada indivíduo, já que a tendência mundial é que sejamos tratados como massa humana, deixando de exaltar valores e qualidades que outrora fizeram parte do cotidiano do nosso país.

O estimulo e reconhecimento de algumas “Atitudes” são fatores primordiais na obtenção de uma resposta positiva da sociedade. O projeto CIVISMO 10 nasceu da necessidade observada pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, no sentido de alimentar e realçar o comportamento positivo do cidadão brasileiro.

Trata-se de condecorar todo aquele que, em atitude natural, demonstrar respeito ao próximo e/ou ao seu país. Em breve, a ADESG Litoral Sul estará anunciando o nome dos homenageados pelos trabalhos prestados à população em 2008.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Ciclo de Palestras 2008

A ADESG - Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Delegacia no Estado de São Paulo, Representação Litoral Sul - Itanhaém, dando sequência às atividades previstas para o 8º Ciclo de Estudos de Política e Estratégia, estará realizando um ciclo de palestras gratuitas e aberta a todos.

As datas e palestras são:

07/11 (sexta) - C11
Cap. PM Eduardo Nocetti Holms
Tema: Brigada de Incêndio e Resgate

10/11 (segunda) - C12
Marcelo Di Giuseppe (Secretário Municipal da Saúde)
Tema: Administração da Saúde e do SUS

12/11 (quarta) - C13
Ariane de Lurdes de Oliveira Moreira (Centro de Infectologia de Itanhaém)
Tema: DST-AIDS e Doenças Infecto-contagiosas

14/11 (sexta) - C14
Prof. Wagner Carvalho
Tema: Dengue

17/11 (segunda) - C15
Drª. Elizabeth de Souza (Advogada)
Tema: Direito, Justiça e seus conflitos na atualidade

18/11 (terça) - C16
Conferencista: a confirmar
Tema: a confirmar

20/11 (quinta) - C17
Profª. Lilian Clemente Cardoso Marcondes
Tema: Saúde Mental

21/11 (sexta) - C18
Damião Avelino da Silva
Tema: Drogas - Causas e Consequências


As palestras serão realizadas em nossa sede social, sita à Av. 31 de Março, 1505 - sala 5 - Jd. Sabaúna - Itanhaém / SP (Dentro da Rodoviária de Itanhaém) e serão sempre das 20 às 22 horas. Devido ao número limitado de vagas, solicitamos a todos que quiserem participar de alguma palestra que entre em contato conosco através dos telefones (13) 3422-4387 ou (13) 9787-0237 para agendar sua presença.

Traje: Social
Pontualidade: Estar no local com antecedência mínima de 15 minutos
Certificado: Certificado de Participação será entregue a todos os presentes

domingo, 2 de novembro de 2008

Convite para Formatura: FUG Itanhaém


A FUG - Fundação Ulysses Guimarães, Representação Itanhaém / SP, tem a honra de convidar Vossa Senhoria para participar da solenidade de formatura dos alunos que participaram dos cursos EAD Turmas 275 (Preparatório para Candidatos) e 310 (Formação Política), no próximo dia 27 de novembro de 2008, quinta-feira, às 20 horas, na sede social da ADESG Litoral Sul, sitá à Av. 31 de Março, 1505 - sala 5 - Jd. Sabaúna - Itanhaém (Rodoviária de Itanhaém).
* Traje: Social.
* Comparecer com antecedência mínima de 15 minutos antes do horário.
Devido ao número limitado de lugares, favor nos contactar com antecedência para confirmar a presença através dos telefones (13) 9141-2390 ou (13) 9787-0237.


Saudações

Ld. Marcelo Rafael Fortuna
Mediador FUG Itanhaém